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Segunda-feira, Setembro 11, 2006

subjetividade em jung (fim)

Integração de opostos

As funções psicológicas não são faculdades, uma vez que, em seu desempenho, dependem de fatores que extrapolam o chamado ?livre arbítrio?, a direção autônoma da consciência. São, no entanto, relacionais, mecanismos de interação, que ligam a subjetividade ao mundo. São também modos de atuar da consciência. Por exemplo, a função do real, a sensação, pode ser colocada como modo de funcionamento da consciência como esquema sensório-motor.

Com o intuito de ilustrar as funções, Jung as coloca como as extremidades de dois eixos cruzados, marcando assim as oposições funcionais entre pensamento e sentimento e entre sensação e intuição. Veremos que a tendência natural da psique é a integração dos opostos, através do processo de individuação. Essa integração não é uma resolução da oposição através do surgimento de uma unidade que faz desaparecer a dualidade mas dá-se sob a forma de uma atuação em cooperação. É a coniunctio (conjunção), cujo paradoxo se enuncia como: unidade preservando-se a dualidade. No caso da oposição entre pensamento e sentimento, sua coniunctio pode ser formulada através do seguinte axioma alquímico: É preciso unir o coração à mente, para que a mente pense com amor e o coração ame com sabedoria.

A compreensão do conceito de enantiodromia, harmonia entre opostos ou simplesmente a oposição, como mecanismo essencial da vida, é fundamental em Jung e provém do pensamento oriental, notadamente o chinês, com as idéias do Tao Te King (O livro do Caminho Perfeito, numa tradução aproximada) e do I Ching (O Livro das Mutações), amplamente estudados por Jung, com sua dualidade ontológica: Yin & Yang (o Receptivo e o Criativo). O pensamento de Jung é repleto de oposições com esse sentido de integração latente ou possível ou melhor, de ligação, intercâmbio, circulação, todos processos-chave para a dinâmica de compensação, essencial na psicologia de Jung. Simbolicamente falando, Mercúrio é o símbolo da mente, do intelecto, da razão, da psique. A função mercurial aparece como tendência, realizada ou não, a integração de opostos na psique, promover o comércio entre consciência e inconsciente.

Usando o modelo chinês podemos dizer de forma enigmática, como num oráculo acerca da Vida: O caminho (Tao) são mutações (I) que ocorrem devido às circunvoluções dos dois princípios: o receptivo e o criativo (yin & yang). Ou mais simplesmente: A interação entre o receptivo e o criativo é o caminho das mutações. Podemos dizer que este é o princípio geral da ontologia milenar taoista. E o pensamento de Jung constitui-se numa aplicação desse princípio. Citemo-lo:
O segredo da atitude oriental é o seguinte: a consideração dos opostos ensina ao homem oriental a natureza do maya {ilusão]. É ela que confere o caráter de ilusão à realidade. Por trás dos contrários e nos contrários é que está o verdadeiramente real que vê e abrange o todo. O hindu chama-o de atman. A auto-reflexão nos permite dizer: Sou eu quem diz o que é o bom e o que é o mau. Ou melhor: Eu sou aquele pelo qual foi dito que isto é bom ou mau. Aquele que está em mim e pronuncia os principia [princípios], serve-se de mim como expressão. Fala por meuj intermédio. Isto corresponde ao que o homem oriental denomina atman, isto é, aquilo lque, para falarmos em linguagem figurada, me atravessa como um sopro. Mas não somente a mim, como a todas as coisas. Não é apenas o atman individual que me atravessa e me penetra como um sopro, mas também o ?atman-purusha?, o atman universal, o pneuma. Do que acabamos de expor resulta que esse si-mesmonão é apenas um eu (ego) um pouco mais consciente ou ampliado, o que se poderia entender pelas expressões consciente de si-mesmo ou contente consigo mesmo. O que chamamos de si-mesmo (self) não se encontra somente dentro de mim mas em todas as coisas, como o atman, como o tão. É a totalidade psíquica. Cometem um equívoco aqueles que me acusam de ter criado, com tal conceito, um deus imanente e conseqüentemente um sucedâneo de Deus. Sou um empírico e é empiricamente que posso demonstrar a existência de uma totalidade superior à consciência. Esta totalidade superior é sentida numinosamente pela consciência, isto é, como um tremendum e fascinosum [como algo terrível e fascinante].

lipão/fê escreveu às 11:36:00 AM -


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