<script language="JavaScript" type="text/JavaScript"> <!-- function MM_openBrWindow(theURL,winName,features) { //v2.0 window.open(theURL,winName,features); } function MM_goToURL() { //v3.0 var i, args=MM_goToURL.arguments; document.MM_returnValue = false; for (i=0; i<(args.length-1); i+=2) eval(args[i]+".location='"+args[i+1]+"'"); } //--> </script> <BODY><iframe src="http://www.blogger.com/navbar.g?targetBlogID=7319964&amp;blogName=..%3A%3ASin%C2%B4Up%C2%B4S%3A%3A..&amp;publishMode=PUBLISH_MODE_FTP&amp;navbarType=BLUE&amp;layoutType=CLASSIC&amp;homepageUrl=http%3A%2F%2Fsinups.tripod.com%2Findex.htm&amp;searchRoot=http%3A%2F%2Fblogsearch.google.com%2F" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" frameborder="0" height="30px" width="100%" id="navbar-iframe" title="Blogger Navigation and Search"></iframe> <div id="space-for-ie"></div>

Sábado, Janeiro 21, 2006

Meu Anti-Édipo

Parece haver no mundo uma única maneira de pensar, um certo estilo de discurso político, uma certa ética intelectual. É muito interessante essa intimidade com Marx que o mundo tem mesmo nunca tendo acesso a essa literatura, isso é que quase nenhuma opinião sobre o desejo vagabundeia muito longe de Freud e tratam os sistemas de signos- significante com o maior respeito.
Sobre esses pilares assistimos os grandes acontecimentos do mundo. Mas o que quero levantar é o que esteve acontecendo no interior dos nossos muros? Uma amalgama de política revolucionária e anti-repressiva? Uma guerra levada em duas frentes- a exploração social e a repressão psíquica? Uma elevação da libido modulada pelo conflito de classe? Ou se viu ao contrário, um movimento em direção às lutas políticas que não se confortam mais com modelo prescrito pela tradição marxista? Um movimento em direção a experiência tecnológica do desejo que não foram mais freudianas?

E dentro de um desejo para a liberdade uma política, uma postura eu escolhi algo com um nome: Anti-Edipo, não que precise, mas seria ridículo eu me apropriar. E junto a ele não quero cair no erro de trata-lá como uma teoria que vai tudo englobar, não quero me tranqüilizar nessa busca de sentido da existência, não que não seja uma necessidade, mas estou disposto a todos os dias abortar minha identidade. ( e que venha a diversidade nas paixões). Digo e repito, não é necessário procurar uma filosofia nesta profusão extraordinária de noções novas e conceitos surpresas: ser anti édipo não é um Hengel escandaloso. A melhor maneira, creio eu, é abordar a vida como artista, apoiando-se sobre noções abstratas de multiplicidade, de fluxo, de dispositivos e de alternativas, um salto ao caos mantendo a analise do desejo com a realidade e com a máquina capitalista. Levantar questões menos fascistas e moralistas, o que vigora é como e não porquês. E assim possibilitarmo-nos introduzir o desejo no pensamento, no discurso, na ação e intensificar os processos de mudanças de ordem estabelecidas.
Tenho sim adversários, meus adversários pessoais que habitam meu coração, os ascetas políticos, as militancias morosas, o terrorismo da teoria e do saber que quer preservar a ordem pura da política e do discurso político. A burocracia da revolução e o funcionamento profissional em prol de uma verdade como os mais completos técnicos do desejo, a análise psicanalitica e a semiologia que registra cada sintoma e encontra o molde do signo reduzindo a organização múltipla do desejo à lei binária da estrutura e da falta, um adversário estratégico: o fascismo, não só fascismo de Hitler e de Mussolini que habitam a minha existência pois souberam mobilizar muito bem as massas, mas o fascismo de minhas condutas cotidianas, o fascismo que me faz amar o poder, desejar isso que domina e me explora, amar o câncer.
Anti -édipo é um estilo de vida, só meu. Você também pode ao meu ver ser chamado de anti édipo, mas exatamente por ser anti épido você não poderá ser eu, é uma maneira de pensar a vida mas que não quer o eu, só quer o outro, o estranho, o novo... E o que esta em jogo é desembaraçar nosso discurso e nossos atos, nossos corações e nossos prazeres do fascismo. Como caçar o fascismo que incrustou em nosso comportamento? É uma postura a introduzir a vida à uma vida não fascista, liberando a ação política de toda forma de paranóia unitária e totalizante, propor a ação, o pensamento e os desejos por proliferação, justaposição e disjunção, antes que por submissão e hierarquização piramidal. Aniquilar em nós a lei, o limite, a castração, a falta, a lacuna que por tanto tempo o pensamento ocidental vem mantendo sagrado enquanto forma de poder e modo de acesso à realidade. Eu honestamente vou ao múltiplo e deixo o único, a diferença à uniformidade, aos fluxos às unidades, aos agenciamentos móveis aos sistemas, considerar o produtivo e deixar o sedentarismo, mais nômadismo menos martírio e guerra.
Não fantasiar a necessidade de tristeza para ser militante, mesmo o que se combate seja abominável. É o elo do desejo `a realidade que possui uma força revolucionária e não uma fuga nas formas de representação. Muito mais sós e solidariamente mais coletivos.
Meu pensamento é o que sinto e ele é uma prática social política, e que me perdoem se um dia for dado valor de verdade a ele, nem para desacreditar um pensamento. Minha prática política tem uma relação de amor com a ética, ela só deve ser uma itensificadora , minha maneira de ser só ser dispositivo, só contágio, viva Dioniso!
Desindividualizar pela multiplicação e pelo deslocamento, pelo agenciamento de combinações diferentes, um grupo não é um elo orgânico que une indivíduos hierarquizados, mas um constante gerador de singularidade que não se apaixona pelo poder e nos leva a campos exitênciais sensíveis ainda não vividos . E que esse escrito não sirva de nada além de dispositivo de sensibilidade como flor e sorrisos

lipão/fê escreveu às 6:06:00 PM -


MOKA, 24 ANOS, DJ, BARMAN E WEBDESIGNER. VIVE EM SÃO PAULO E AGORA TRABALHA!.

EMAIL: brunomoka@ig.com.br


LIPE, 24 ANOS, MUSICOTERAPEUTA, VIVE EM SÃO PAULO E TRABALHA COMO TERAPEUTA.

EMAIL: felipeak81@yahoo.com.br



eu não quero fácil
burguês
burguês
Mágico Teatral
Mar, céu,verdes olhos seus...
O show
burguês
burguês
Os deuses não pensam
burguês eu? magina.

Junho 2004
Julho 2004
Agosto 2004
Setembro 2004
Outubro 2004
Novembro 2004
Dezembro 2004
Janeiro 2005
Fevereiro 2005
Março 2005
Abril 2005
Maio 2005
Junho 2005
Julho 2005
Agosto 2005
Setembro 2005
Outubro 2005
Novembro 2005
Dezembro 2005
Janeiro 2006
Fevereiro 2006
Março 2006
Abril 2006
Maio 2006
Junho 2006
Julho 2006
Agosto 2006
Setembro 2006
Outubro 2006
Novembro 2006
Dezembro 2006
Janeiro 2007
Fevereiro 2007
Março 2007
Maio 2007
Junho 2007
Julho 2007
Agosto 2007
Setembro 2007
Outubro 2007
Dezembro 2007
Janeiro 2008
Fevereiro 2008
Março 2008
Abril 2008

Flog do Moka
Flog Da Di
Zetto33
Pensar enlouquece. Pense nisto.
Jesus, me chicoteia!
Licor de Marula com Flocos de Milho Açucarados
A Casa da Mãe Joana
Brain Stone
Galera Ministro


Balada Planet
Cabeza Marginal
Ecletinia
FILE
Sarcastico
Greenpeace
Pedra Branca

Existe(m)
Weblog Commenting and Trackback by HaloScan.com

Powered by Blogger