Não haverá lugar para abrigar-se
Meu castelo esta desmoronando com o cálcio que o mar vem trazendo
Vai haver uma nova construção com a desterritorialização dos grãos
Multiplicando pelo menor
Importando para o mais exportante
Não ficará ninguém nas profundezas, no buraco no fundo de cada medrosa fresta
Não havendo história e nem matemática desse monumento
Não sou o que me aconteceu
Sou o que estou acontecendo dessa história, que não depende da soma ou de qualquer resultado
Retenho formulas como cada gota d?água dessa nuvens que deságua em minha terra
Meu castelo vai caindo
Não haverá mais morada para você aqui
Minei cada alojamento, cada profundeza, cada fresta...
Não sobrará buracos.
lipão/fê escreveu às
1:14:00 PM -