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Terça-feira, Julho 18, 2006

A Subjetividade em Jung

Há na obra de Jung algo que poderíamos denominar um ?dispositivo da subjetividade?, no sentido de que se apresentam figuras ou categorias (ego, persona, sombra, anima/ânimus, self, as quatro funções psicológicas, introversão/extroversão) que não constituem uma topologia, isto é, partes ou instâncias de uma substância ou estrutura que seria o sujeito, mas que responderiam por um funcionalismo (?tipos psicológicos?) e constituiriam uma energética, buscando dar conta da singularidade no indivíduo humano.

O que é uma tipologia? Talvez fosse interessante começarmos com um ?caso clínico?, ou melhor, com o enfoque clínico de um caso familiar. Há um conhecido meu que tem um filho de um ano e três meses que, como tantas outras crianças na sua idade, tem entre outros apelidos o de ?Zuzu?. Nos momentos em que, ao ser contrariado, sai correndo e joga-se chorando, esperneando e sacudindo os braços sobre um ?puf? de couro, seus pais, para lidar ?humorístico-pedagogicamente? com a situação, sem deixar-se dobrar pelos caprichos do garoto, chamam-no de ?Al Zuzu, o califa?. E neste momento, de fato, é como se ele se transformasse num pequeno califa temperamental, na pequena comédia instaurada pelos pais... Seus pais introduziram um traço tipológico. E o conjunto dos apelidos de Zuzu que remetem a uma sua ?reação característica? (quer dizer, que compõem um traço marcante em seu caráter) constituem uma tipologia: o conjunto dos caracteres tipológicos de Zuzu.

Um outro exemplo de tipologia é o método de Nietzsche, segundo delineado por Deleuze, como ?dramatização?: a teatralização dos personagens ou tipos gerais da história. Ao invés de perguntar ?o que é? um fenômeno a ser interpretado, Nietzsche produz uma nova questão conceitual, uma nova forma de definição com a questão ?quem é?? e a resposta é dada a partir da avaliação do conjunto de acontecimentos engendrados pelo tipo em foco e como ele os vive. Por exemplo, o cristianismo é trabalhado conceitualmente a partir do cristão como ?persona? ou tipo característico (o ?caráter típico? do cristianismo que define o ?personagem cristão?), isto é, segundo o tipo de vida que ele inventa e põe em prática: segundo Nietszche o cristão é o homem do ressentimento.

Como exemplo, vejamos a análise de Deleuze acerca da ?tipologia do ressentimento?, em Nietzsche:

?... um ?tipo? é, na verdade, uma realidade ao mesmo tempo biológica, psíquica, social e política. (...) Porque o ressentimento é um espírito de vingança? Poder-se-ia acreditar que o homem do ressentimento se explica acidentalmente: tendo experimentado uma excitação muito forte (uma dor) ele teve que renunciar a reagir, não sendo forte o bastante para replicar. Experimentaria então um desejo de vingança e, generalizando, desejaria exercer essa vingança contra o mundo inteiro. Tal interpretação é errônea; ela leva em conta apenas quantidades, quantidades de excitação recebida, que se compara ?objetivamente? à quantidade de força de um sujeito receptivo. Ora, o que conta para Nietzsche não é a quantidade de força, abstratamente, mas uma relação determinada, no próprio sujeito, entre forças de naturezas diferentes que o compõem: o que se chama um tipo.? (para a citação completa, Deleuze, 1976 p. 95-97 e notas 6, p. 95 e 11, p. 97).

Temos aí a passagem de enfoque do tópico para o típico ou como diz Deleuze: ?fazer uma psicologia que seja verdadeiramente uma tipologia, fundar a psicologia no plano do sujeito.? Ou no jogo das diferentes forças que o qualificam. É o que ocorre em Jung quando ele põe em cena as funções, os modos de funcionamento da psique, como modos de apreensão da vida.

lipão/fê escreveu às 6:31:00 PM -


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