Percebo a existênca de um sentido antimodernista que permeia os discursos, atitudes, modas, a expressão estética, as práticas profissionais e a existência humana em um geral, que consiste em uma rejeição às inovações tecnológicas, embora a existência já esteja muito mais nela do que em qualquer outro lugar. Tal inovação depende de sua articulação aos agenciamentos coletivos de anunciação de novos universos de referências, referências essas territorializantes e nunca territorializadas.
O pior é a mass-midialização embrutecedora à qual somos condenados; o bom e as evoluções tecnológicas sejam conjugadas à experimentação social com a ética da diferença, da reinvenção, diversidade e singularidade, que talvez seja a única coisa capaz de cerrar as correntes da opressão mass-mídia. então a tecnologia sobre esse aspecto toma apropriação e uma re-singularização em um devir humano-máquina e singulariza a utilização dela própria.
lipão/fê escreveu às
10:45:00 AM -