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Quarta-feira, Abril 26, 2006

Subjetividade e Globalização

viviados em identidade

O enrijecimento de identidades locais e a ameaça de pulverização total de toda e qualquer identidade que a globalização promove cria dois processos na subjetividade a respeitos de tais referências identitárias:

1- A reivindicação identitária das chamadas minorias: s sexuais, étnicas, religiosas, nacionais, raciais e etc... Ser viciado em identidade nestas condições é considerado politicamente correto, pois se trata de uma rebelião contra a globalização da identidade. Com certeza esses movimentos são importantes para combater injustiças de que são postos tais grupos; mas no plano da subjetividade trata-se aqui de um falso problema. O que esta em questão hoje não é mais a defesa de identidade locais contra identidades globais, nem tampouco da identidade em geral contra a pulverização e sim a própria referencia identitária que deve ser combatida, combatida em nome de nada, somente para dar acesso a processos de singularização e de criação existencial movidos pelos acontecimentos. Portanto reivindicar pode ter o sentido de conservador e de resistência ao acontecimento e não embarcar em processos de singularização.

2- Um pânico, uma síndrome absoluta de catatonismo que acontece na desestabilização. Esta experiência de desterritorialização traz uma ameaça imaginária de descontrole das forças promovendo o desejo a precipitar-se em qualquer direção, causando uma desconexão entre psique, socius e corpo biológico, levando estas estâncias (bio-psico-social) a ganhar uma autonomia quase como uma entidade espiritual que cria nos domina e cria em nós sintomas como descontrole psicomtor, agressividade gratuita, roblemas no corpo, cistos, corações descompassados, pulmões que não respiram direito, dores no joelhos, colunas, obesidade, emagrecimento e etc...E neste estado de pânico, amortecendo e alienando o desejo e a sensação de si mesmo que a simbiose identitátoria funciona como uma droga: o outro ou a coisa torna-se uma prótese que substitui nossa produção de subjetividade e a criação de um espaço existencial vivível para o corpo, no meio e suportável em nossa virtualidade.

lipão/fê escreveu às 4:05:00 PM -


MOKA, 24 ANOS, DJ, BARMAN E WEBDESIGNER. VIVE EM SÃO PAULO E AGORA TRABALHA!.

EMAIL: brunomoka@ig.com.br


LIPE, 24 ANOS, MUSICOTERAPEUTA, VIVE EM SÃO PAULO E TRABALHA COMO TERAPEUTA.

EMAIL: felipeak81@yahoo.com.br



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