Sobre as minhas perspectivas que ilusóriamente alimento, talvez esta em acreditar em fazer transitar as ciências humanas de paradigmas cientificistas para paradigmas ético-estéicos seja um ato de fé menos besta. A questão não esta mais nas criações psis de fornecer respostas para os problemas da psique. Esses modelos ao meu ver só devem ser considerados a título de produção de subjetividade entre outros, ou seja será somente mais uma coisa que esta inseparável dos dispositivos técnicos e institucionais que promovem um impacto sobre a saúde, o ensino universitário, os mass de mídia, a religião e etc...De maneira mais geral, dever-se-á admitir que cada individuo, cada grupo social veicula seu próprio sistema de modelização da subjetividade, quer dizer, uma certa cartografia feita de demarcações cognitivas, ma também místicas, rituais, sintomatológicas, a partir da qual ele se posiciona em relação aos afetos, suas angustias e tentar gerir suas inibições e suas pulsões
A questão que quero levantar aqui é:
Será que os conceitos do inconsciente, que nos são propostos no mercado psi convêm às condições atuais de produção de subjetividade? Seria preciso transformar e reinventar outras metamodelizações de abordagens psicológicas que de preferencia não seja utilizada como grade de leitura global exclusiva com pretensão cientifica? Mas que possa ser usada como instrumento parcial em composição com os outros.
lipão/fê escreveu às
4:50:00 PM -