Lá fora, um dia qualquer
Qualquer combate de sempre lá fora
E passa uma hora qualquer do dia
Lá fora, eles contra eles mesmos
Fora o nada há a guerra com o nada exterior
E nessa guerra mundial interior eu estou mantendo este posto ridículo, e já faz tempo.
Eu vejo o movimento repetitivo da dança da morte
O tempo me corroe as horas, e isso a horas, dentro do medo imóvel
Talvez o tédio me consuma com sua grande arma tempo
Eu terei que ficar esperando o tempo de dar a hora certa
Que soldado ocupará o meu lugar?
Daqui a pouco chega a impaciência
Tomárar que ela consiga ficar aqui fazendo-me companhia enquanto vejo eles salvando as próprias vidas na paz
Tomará que ela não machuque minha trincheira tediante
Aprendi que preso a mim, não machuco ninguém
lipão/fê escreveu às
2:32:00 PM -