Não existe uma subjetividade do tipo recipiente em que se colocariam coisas essencialmente exteriores , as quais seriam "interiorizadas." As tais coisas são elementos que intervêm na própria sintagmática da subjetivação inconsciente. São exemplos de coisas desse tipo: um certo jeito de utilizar a linguagem, de se articular ao modo de semiotização coletiva (sobre tudo a mídia); uma relação com universo das tomadas elétricas, nas quais se pode ser eletrocutado; uma relação com o universo da circulação na cidade. Todos esses são elementos constitutivos da subjetividade
lipão/fê escreveu às
11:09:00 AM -