Não sei se sou eu que sou louco ou se é meu analista.
Tomo remédios que não sei se me fazem bem. Acho que não...
Penso em cair fora, mudar o rumo ou pensar em nada
Aqui fico criança, fico orbitando em volta das pessoas que não me aguentam, tanto quanto e não aguento elas
Até cheguei a pensar que a minha sanidade depende disso
Isso as vezes perde o sentido para mim mesmo
Vivencio conteúdos que não são meus
O bem saiu de mim e estou às portas da esquizofrenia.
Não estou em condições. Não posso estar condicionado!
Estou com muita dó de mim mesmo estou com um sentimento podre
e uma possível inveja de todos.
Estou perdendo o trem bala da história
Se o que há é, eu estou fudido então.
Vejo um tom carregado em contraposição a leveza
Falo coisas que só deveriam ser pensadas.
Perdi o sexo e os segredos.
Perdi a mim mesmo.
Só restou um corpo com movimentos repetitivos descontrolados.
Me arrependo de muito do que eu digo
Sou o oposto desta podridão! mas que não se manifesta, que retém e tornou refém.
lipão/fê escreveu às
12:03:00 PM -