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Segunda-feira, Março 12, 2007

arte?

Especificar uma condição a um autor é impor uma negatividade à sua prática de forma arbitrária. Definir o próprio e o alheio, eis a necessidade moral atrelada às ciências e às filosofias, numa dinâmica de estruturação social complexa em papéis, hierárquica em poder, abundante em restrições. Restringir se tornou uma estratégia para condicionar o convívio coletivo à partir de uma administração econômica, onde prefigura como valor de maior importância o capital. A capitalização referencia os processos sociais de significação e valoração pelo suposto "a mais" encontrado numa relação de lucro, ou de produção de vantagens.
Que as ciências; desde uma certa antropologia contemporânea, ou ainda, a velha crítica, possam ter algum ganho em reproduzir as repartições da sociedade em todos os seus campos de análise, é fato compreensível, no entanto, não vejo proveito nenhum em sobrepor tais secções quando se fala de arte e poesia. A crescente pressão por uma profissionalização da arte fez com que tivéssemos menos artistas que arremedos de acadêmicos. São teses, categorias e instrumentais analíticos tentando ser validados à custa de uma certa simplicidade necessária. Surgem poetas-isso, poetas-aquilo, uma turbilhão de identidades (eis o jargão da moda), como se esse "a mais" tornasse a poesia mais relevante em sua tão sucateada função social.
Tradicionalmente entende-se o mister do crítico como o exercício da distinção legitimada, apoiada e necessária na produção de um certo capital simbólico. Para não insistir num solipcismo diletante e romper definitivamente a resistência dessa matéria lingüística subjetiva, com desdobramentos sociais, mas com enorme tendência a cair no psicologismo; dita "a poesia", o crítico deve repensar o hábito científico e econômico de estabelecer classificações e tipologias em direção a uma vizinhança mais aberta de hipóteses.
Se já era tão difícil escrever como um ofício interno de desconstrução, agora as "leis naturais" da academia e do mercado exigem que representemos um grupo abstrato qualquer. Nesse contexto os grupos que possam se constituir de forma mais "óbvia e indiscutível" levam vantagens. Quanto se caminhou para que as distinções raciais e de gênero perdessem ênfase, para que agora sejam reivindicadas com status político renovadamente reacionário.

lipão/fê escreveu às 5:25:00 PM -


MOKA, 24 ANOS, DJ, BARMAN E WEBDESIGNER. VIVE EM SÃO PAULO E AGORA TRABALHA!.

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LIPE, 24 ANOS, MUSICOTERAPEUTA, VIVE EM SÃO PAULO E TRABALHA COMO TERAPEUTA.

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