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Sábado, Março 17, 2007

Arte? o devir mulher

Generalizar a arte feita por mulheres é passar de um olhar fisiológico para um fisiologista. Compreensível, porém injustificável, é o que poderíamos chamar de estética do ressentimento na chamada poesia feminina. Mais do que auto-piedade levada ao extremo, tal estética é o outro lado da moeda de um cânone machista. Redondilhas repletas de "eu" e "você" reproduzem a neurose doméstica de um caráter feminino informe, conscientemente mal-formado por um imaginário de família que não existe mais, senão nas propagandas de margarina. Qual é a distância entre o "eu" da redondilha e o relato autobiográfico ? Não se pode negar que as sociedades que basearam sua estrutura num modelo patrimonial e excludente tendem a fazer das mulheres alvo predileto. "Sexo frágil" é mais que uma descrição equivocada, senão uma perversa gestão da imagem feminina - por homens e mulheres. Da mesma forma a apropriação invertida desse imaginário pelas feministas, atualmente acabou sendo incorporado ao esteticismo de consumo (feminismo neo-liberal).

"Nenhuma metáfora se elucida comparando-se estatísticas. Ou mesmo construindo identidades. Hoje, se sobrepõem à questão do feminino diversas agendas sexuais; vozes solitárias confundidas com projetos mal-sucedidos de donas-de-casa, ou ainda rapazes de índole duvidosa. Sim, pois o feminino há muito tempo deixou de ser exclusividade das mulheres, tornou-se um ponto de fuga, um devir;

lipão/fê escreveu às 1:21:00 PM -


MOKA, 24 ANOS, DJ, BARMAN E WEBDESIGNER. VIVE EM SÃO PAULO E AGORA TRABALHA!.

EMAIL: brunomoka@ig.com.br


LIPE, 24 ANOS, MUSICOTERAPEUTA, VIVE EM SÃO PAULO E TRABALHA COMO TERAPEUTA.

EMAIL: felipeak81@yahoo.com.br



uma pergunta sobre arte para o feminino parte I
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